Estamos em boa posição...se o gráfico for virado ao contrário

O endividamento líquido per capita mede o endividamento líquido total sobre a população residente no concelho.

Estes resultados em Avis...são difíceis de qualificar!

Avis tem um dos maiores endividamentos líquidos per capita do Distrito, num óbvio contraste com outros concelhos! Os números são o espelhos das opções políticas!

Apesar de não surgir no gráfico, a título de curiosidade, o valor no concelho de Lisboa é de 518€...pouco mais de metade do que se regista em Avis.

Fonte: Portal Autárquico

Contas de 2013: o que aí vem?

Aproxima-se mais uma reunião da Assembleia Municipal, com o intuito de discutir e apreciar as contas do Município referentes a 2013. Infelizmente não nos devem esperar resultados muito diferentes daqueles que nos trouxeram até aqui...

Em 2012, por exemplo (e são os últimos dados oficiais disponíveis), o caminho apresentava já sinais sustentados de desequilíbrio.

Veremos como se comportou o endividamento total. Em 2012 já era superior a 5 milhões de euros.

Ou então, qual o resultado líquido do exercício. Será como em 2012? Nesse ano verificou-se 1.618.000€ de prejuízo. Qualquer coisa como 6345€ de prejuízo por dia. Foram 906€ de prejuízo por hora. É revelador! É sintomático! É preocupante!

Naturalmente, este resultado soma-se a prejuízos acumulados na ordem dos 15.700.000€. Isso mesmo. São números demasiado pesados. O executivo teima em não arrepiar caminho. Se algum o dia o quiser fazer, é tarde. O mal está feito.

Veremos qual foi a dimensão do problema em 2013!

Afinal quem é o Revisor Oficial de Contas da Câmara nomeado na ultima Assembleia Municipal?

Constava da ordem do dia da última Assembleia Municipal realizada no dia 28 de Fevereiro, a nomeação do Revisor Oficial de Contas.

Na documentação enviada aos membros da Assembleia em anexo à ordem do dia nada se relacionava com este assunto, não havendo nenhuma nota biográfica sobre a pessoa em causa, nem sequer se identificava a mesma.

Levantada a questão no decurso da Assembleia – com o devido protesto pela omissão referida no parágrafo anterior – fomos informados que se tratava de uma entidade denominada “G. Marques – Unipessoal, SROC”, e que aliás já desempenhava funções idênticas noutros Municípios.

Após breves diligências, descobrimos quem era o ROC:

É o "camarada" Luís Guerra Marques, ex-membro do Comité Central, ex-autarca da CDU na Marinha Grande (Presidente da Assembleia Municipal no mandato anterior) durante vinte e tal anos..

O Sr. é, de facto, ROC de meia dúzia de autarquias, coincidência das coincidências, todas das CDU.

Daqui se infere que a sonegação de informação foi premeditada.

Estamos perante gente  para quem usar de má fé é tão natural como respirar.